
A diálise de transmissão troca praticamente 100% do fluido de um câmbio automático ou DSG — não só o que sai por gravidade. É a forma mais completa de renovar o óleo do câmbio, devolver a maciez das trocas e proteger embreagens e mecatrônica.
Isso importa porque a troca simples deixa boa parte do fluido velho — com resíduos e detritos de embreagem — circulando dentro do câmbio. A diálise usa equipamento dedicado para empurrar o fluido antigo e recolocar fluido novo, na especificação exata da transmissão.
A verdade técnica
O fluido do câmbio não é eterno: ele degrada com o calor e acumula partículas que aceleram o desgaste de embreagens, válvulas e da mecatrônica. Um fluido saturado deixa as trocas menos suaves e trabalha contra a vida do câmbio.
A diálise devolve a maciez das trocas e protege os componentes internos — é manutenção preventiva de verdade para automáticos e DSG, especialmente em uso urbano e severo.

Verificação do fluido, do nível e do estado geral da transmissão, com leitura eletrônica (ODIS / Autel / VCDS) antes do serviço.
Substituição de 100% do fluido com equipamento dedicado — sem mistura com o óleo antigo — mais filtro e junta do cárter conforme a versão (DQ250 / DQ381 / DL501).
Conferência de nível e temperatura, adaptação das embreagens quando aplicável e teste em funcionamento, garantindo trocas macias e proteção.
Câmbios automáticos (torque converter) e DSG banhados a óleo (DQ250, DQ381) do Grupo VAG, além de S-tronic da Audi. O DQ200 (seco) tem manutenção específica e não recebe diálise.
Avaliamos o seu câmbio e usamos o fluido correto para cada caso — nada de fluido genérico em transmissão sofisticada.
É a troca completa do fluido do câmbio automático ou DSG feita com equipamento dedicado, que substitui praticamente 100% do óleo — inclusive o que a troca por gravidade não alcança. Remove resíduos e detritos que aceleram o desgaste e devolve a maciez das trocas.
Para renovar o fluido de forma completa, sim. A troca simples troca só o que sai por gravidade e deixa fluido velho no conversor e nos dutos; a diálise substitui praticamente todo o fluido, removendo os resíduos que ficariam no sistema.
Sim, para automáticos e DSG banhados a óleo. Avaliamos o seu câmbio e usamos o fluido correto para cada caso. O DSG seco (DQ200) tem manutenção própria.
Depende do câmbio e do uso; costuma acompanhar a manutenção preventiva da transmissão. Indicamos o intervalo no diagnóstico.
Quando o tranco vem de fluido saturado, ajuda muito. Se for adaptação ou peça, tratamos junto — o diagnóstico define a causa.
Sim, usando fluido na especificação e mantendo o histórico. É manutenção, não modificação.
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