
435i (f32/f33/f36): de 306 a 400 cv no Stage 1 (+94 cv). Veja o ganho de cada versão abaixo — número real, calibrado por motor.
Sobre o Série 4 · Motor B48 2.0 turbo (420i/430i) · B58 3.0 6cil (440i/M440i)
O Série 4 — cupê e Gran Coupé — usa a família modular B da BMW: o B48 2.0 quatro-cilindros no 420i e no 430i, e o B58 3.0 seis-em-linha no 440i e no M440i. O B48 já rende bem em reprogramação, mas o B58 é a estrela: o mesmo bloco fechado do M340i e do Supra, com turbo twin-scroll e injeção direta que entregam bem acima do mapa de série sem forçar nada. A calibração de fábrica é conservadora por padronização e emissões, não por limite mecânico — e é essa margem que o Stage 1 destrava.
No Stage 1 nada de hardware muda: pressão de turbo, avanço e injeção recalibrados dentro da faixa segura. No B48 sente-se o torque chegando mais cedo e a retomada em rodovia ficando bem mais firme. No B58 do 440i/M440i o efeito é mais dramático — a curva de torque vira platô e o cupê puxa limpo em qualquer marcha. O Stage 2 pede bolt-ons (downpipe, admissão) e, no B58, muitas vezes intercooler para segurar temperatura em uso pesado.
O B58 é dos motores BMW mais confiáveis desta geração, mas não é imune: bomba de alta pressão, válvula de sopro e o arrefecimento pedem atenção quando se pisa forte com frequência. No B48 os itens clássicos são a bomba de alta e o consumo de óleo típico da família B. A Lutum parte da checagem desses itens antes de subir pressão.
Câmbio
ZF 8HP aguenta bem o Stage 1 em toda a linha; no Stage 2 a calibração do câmbio entra na conta para o torque extra do B58.
Gargalo do motor
B58: bomba de alta, válvula de sopro e arrefecimento. B48: bomba de alta e consumo de óleo — checados antes de calibrar.
Combustível
Ganho maior com gasolina premium; etanol muda a calibração e amplia a margem, sobretudo no B58.
Potência (cv) e torque (kgfm) por motor, do original ao Stage 3. Cada linha é uma versão do Série 4.
| Versão / Motor | Original | Stage 1 | Stage 2 | Stage 3 |
|---|---|---|---|---|
| 420i (f32 / f33 / f36) | 184cv | 280cv+96 | 300cv+116 | Sob consulta |
| 428i (f32 / f33 / f36) | 245cv | 280cv+35 | 300cv+55 | Sob consulta |
| 430i (F32/F33/F36) | 252cv | 280cv+28 | 300cv+48 | Sob consulta |
| 435i (f32/f33/f36) | 306cv | 400cv+94 | 420cv+114 | Sob consulta |
Valores estimados — variam conforme condição do veículo, combustível e calibração dedicada.
Simule o seu
Já entramos com o BMW Série 4 — escolha o motor e o stage, e peça o orçamento no WhatsApp com o número já preenchido.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Nada de mapa genérico: uma calibração dedicada, criada do zero para o seu motor, em harmonia com o hardware.
Ganho real de potência e torque respeitando os limites do motor e do câmbio — número que o carro aguenta, não só no papel.
Reprogramação e mecânica de quem vive VW, Audi, BMW e Porsche todo dia, em São Bernardo e Campinas.
Depende do motor. No Stage 1, o 435i (f32/f33/f36) vai de 306 a 400 cv (+94 cv). Veja o número de cada versão na tabela acima e simule o seu no seletor.
Sim, com a calibração e o hardware certos. Stage 1 é só software, com o carro de série; Stage 2 pede upgrades bolt-on (admissão, escape, intercooler). A Lutum calibra sempre dentro do limite seguro do motor e do câmbio.
A reprogramação é uma modificação. Trabalhamos com transparência e com a possibilidade de retornar ao mapa original quando necessário. Avaliamos o seu caso no atendimento.
São estimativas de engenharia e variam conforme condição do veículo, combustível e calibração dedicada. No atendimento confirmamos o resultado para o seu carro.
Desde 1988
nas pistas e na oficina
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São Bernardo + Campinas
Especialista
VAG & Premium

Dinamômetro próprio
Acerto e validação na bancada

Válvula carbonizada
Antes da descarbonização

Depois da limpeza
Fluxo de ar recuperado

Bicos: usado × novo
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