
GLC63 / 63S AMG (C253): de 467 a 630 cv no Stage 1 (+163 cv). Veja o ganho de cada versão abaixo — número real, calibrado por motor.
Sobre o Classe GLC · Motor M264/M254 2.0T (mild-hybrid) · M256 3.0 (GLC43) · M177 4.0 V8 (GLC63 AMG)
O GLC é o SUV médio irmão do Classe C e compartilha os motores: o M264 2.0 turbo e o M254 2.0 mild-hybrid de 48V nas versões de entrada, o M256 3.0 seis-em-linha no GLC43 AMG e o M177 4.0 V8 biturbo no GLC63. O M254 é interessante para remap porque integra turbo elétrico e 48V ao 2.0, com mapa de fábrica conservador por consumo e emissões — margem que o Stage 1 recupera só com software, agora movendo uma carroceria mais alta e pesada.
No Stage 1 recalibra-se pressão de turbo, avanço e injeção, mais a gestão do sistema híbrido no M254/M256. Num SUV médio, o torque extra em baixa e média é o que mais transforma o uso — o GLC deixa de pedir pé fundo para responder e a retomada fica imediata, com o assist de 48V suavizando a saída. O V8 do GLC63 é outra conversa, com folga de sobra. O Stage 2 pede bolt-ons e, nas AMG, atenção ao arrefecimento pela densidade de potência.
Os pontos de atenção são a bomba de alta pressão, o sistema de 48V e o arrefecimento sob uso intenso, exigidos ainda mais pelo peso do SUV; no V8 do GLC63 entram os dois turbos na conta. A Lutum parte do diagnóstico desses itens antes de calibrar — não se sobe pressão em motor com manutenção atrasada.
Câmbio
9G-Tronic aguenta bem o Stage 1 e transmite o torque extra num SUV de bom peso; no GLC63 e no Stage 2 a calibração do câmbio entra na conta.
Gargalo do motor
M254/M256: bomba de alta, 48V e arrefecimento sob o peso do SUV. V8 do GLC63: saúde dos dois turbos e temperatura de óleo.
Combustível
Ganho maior com gasolina premium; o combustível define a margem de calibração.
Potência (cv) e torque (kgfm) por motor, do original ao Stage 3. Cada linha é uma versão do Classe GLC.
| Versão / Motor | Original | Stage 1 | Stage 2 | Stage 3 |
|---|---|---|---|---|
| GLC250 (C253) | 211cv | 250cv+39 | 260cv+49 | Sob consulta |
| GLC300 (C253) | 258cv | 280cv+22 | 290cv+32 | Sob consulta |
| GLC43 AMG (W253) | 367cv | 430cv+63 | 450cv+83 | Sob consulta |
| GLC63 / 63S AMG (C253) | 467cv | 630cv+163 | 660cv+193 | Sob consulta |
Valores estimados — variam conforme condição do veículo, combustível e calibração dedicada.
Simule o seu
Já entramos com o Mercedes Classe GLC — escolha o motor e o stage, e peça o orçamento no WhatsApp com o número já preenchido.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Nada de mapa genérico: uma calibração dedicada, criada do zero para o seu motor, em harmonia com o hardware.
Ganho real de potência e torque respeitando os limites do motor e do câmbio — número que o carro aguenta, não só no papel.
Reprogramação e mecânica de quem vive VW, Audi, BMW e Porsche todo dia, em São Bernardo e Campinas.
Depende do motor. No Stage 1, o GLC63 / 63S AMG (C253) vai de 467 a 630 cv (+163 cv). Veja o número de cada versão na tabela acima e simule o seu no seletor.
Sim, com a calibração e o hardware certos. Stage 1 é só software, com o carro de série; Stage 2 pede upgrades bolt-on (admissão, escape, intercooler). A Lutum calibra sempre dentro do limite seguro do motor e do câmbio.
A reprogramação é uma modificação. Trabalhamos com transparência e com a possibilidade de retornar ao mapa original quando necessário. Avaliamos o seu caso no atendimento.
São estimativas de engenharia e variam conforme condição do veículo, combustível e calibração dedicada. No atendimento confirmamos o resultado para o seu carro.
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Depois da limpeza
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