
Ganho real de potência — calibrado por motor.
Seletor de potência
Escolha o modelo e o motor exatos do seu Mercedes e veja o ganho Original → Stage 1 → Stage 2 → Stage 3, documentado por combinação.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Remap por stages
A Mercedes-Benz trabalha em duas velocidades, e o remap respeita as duas. Na linha de conforto — M264, M254 (com mild-hybrid 48V), M256 seis-cilindros com EQ Boost — o mapa de fábrica é conservador por refinamento e consumo, e abre espaço claro para mais torque e resposta. Na AMG, a engenharia já entregou motores de série entre os mais fortes do mundo, e a folga que sobra ainda surpreende. A Lutum calibra cada um pelo que ele é.
Aqui, calibração dedicada por motor não é slogan: o M139 é um dos quatro-cilindros mais potentes de série já feitos, e o M177/M178 4.0 V8 biturbo é a assinatura da AMG — cada família pede seu olhar sobre arrefecimento, câmbio (9G-Tronic ou DCT AMG) e o sistema híbrido de 48V quando presente. Motor e transmissão saudáveis primeiro, mapa depois.
O range vai de um C200 M264 que ganha fôlego e some com o lag do mild-hybrid, a um A45 S ou C63 cujo motor AMG já nasce extremo e responde ainda mais forte só com software. O número exato da sua Mercedes está no seletor de potência acima.

Motores Mercedes · M264/M254 2.0 · M139/M133 2.0 AMG · M256 3.0 6-cil · M177/M178 4.0 V8 · OM654 diesel
C200, E200, GLC, CLA (M254 com mild-hybrid 48V). Quatro-cilindros de conforto com bom espaço de calibração; o Stage 1 traz torque em baixa e resposta mais imediata. No M254, o sistema de 48V entra na análise.
A35, A45 S, CLA 45, GLA 45. Entre os quatro-cilindros mais fortes de série do mundo (M139). Folga alta e resposta ávida a software; o foco é entregar o ganho respeitando o câmbio DCT AMG e o arrefecimento.
C43 nova geração, E450, S500, GLE. Seis-cilindros em linha com EQ Boost (híbrido leve). Motor moderno e refinado que responde bem a calibração, com atenção ao sistema elétrico de 48V.
C63 antiga, E63, GT, G63. A assinatura AMG. V8 biturbo com folga alta que responde forte só com software; o trabalho é liberar torque cheio sem estressar arrefecimento e transmissão.
M282 1.3 turbo (A200, B200, entrada) e OM654 2.0 diesel (C220d, E220d). No 1.3, o Stage 1 melhora a dirigibilidade urbana; no diesel, é torque e resposta em baixa, respeitando DPF, EGR e turbo.
Cada motor tem calibração própria. Veja o range de ganho por modelo e escolha o seu no seletor.
6 motores · até 500 cv
5 motores · até 700 cv
9 motores · até 600 cv
6 motores · até 500 cv
3 motores · até 740 cv
9 motores · até 740 cv
1 motor · até 740 cv
3 motores · até 445 cv
2 motores · até 400 cv
4 motores · até 660 cv
5 motores · até 740 cv
2 motores · até 740 cv
1 motor · até 740 cv
1 motor · até 740 cv
3 motores · até 290 cv
1 motor · até 290 cv
Vale. O M139 é um dos quatro-cilindros mais potentes de série já produzidos, mas mesmo assim sai de fábrica com margem de calibração, e o Stage 1 libera torque e resposta adicionais só com software. Na Lutum o cuidado é entregar isso respeitando o câmbio DCT AMG e o arrefecimento. O número está no seletor acima.
O sistema de 48V (EQ Boost) integra o motor de partida/gerador à entrega de torque, então ele entra na análise antes do mapa. É um motivo a mais para calibração dedicada por motor: tratamos o conjunto, não só o bloco — para o ganho ser suave e consistente.
Aguentam bem um Stage 1 quando estão saudáveis e com óleo em dia. O DCT das AMG é feito para torque alto; o 9G-Tronic das linhas de conforto também lida bem. Como sempre, avaliamos o câmbio antes — fluido vencido ou embreagem gasta não é boa base para mais torque.
Dá, e o ganho é sentido no trânsito. Esses motores 2.0 de conforto saem calibrados de forma conservadora por refinamento e consumo; o Stage 1 traz mais torque em baixa e resposta imediata, acabando com a sensação preguiçosa — com o motor saudável.
É, quando feito com calibração dedicada e sobre um motor em ordem. O 4.0 V8 biturbo tem folga alta e responde forte só com software. O trabalho da Lutum é liberar torque cheio sem estressar arrefecimento e transmissão — prova antes de promessa, medindo temperaturas, não chutando.
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