
AMG GT 63S (C190): de 639 a 680 cv no Stage 1 (+41 cv). Veja o ganho de cada versão abaixo — número real, calibrado por motor.
Sobre o AMG GT · Motor M178 4.0 V8 biturbo (GT / GT S / GT R)
O AMG GT usa o M178 4.0 V8 biturbo de turbos posicionados no 'V' (hot-inside-V), o mesmo bloco do GT 63 de quatro portas, montado à mão pela AMG. Nas variações GT, GT S e GT R o hardware é o mesmo — o que muda entre elas é sobretudo calibração e pressão de turbo. Isso diz muito sobre o remap: a própria AMG separa as versões por software, o que prova que há margem de projeto que o mapa de entrada não explora, e é essa folga que o Stage 1 aproveita dentro do limite seguro.
No Stage 1 o ganho vem só de software: pressão dos dois turbos, avanço e injeção recalibrados. Num esportivo puro como o GT, o que mais se sente não é o pico e sim a resposta ficando mais imediata e o torque cheio esticando com mais força na saída de curva e na retomada. Um GT ou GT S bem calibrado encosta na entrega de uma versão acima justamente porque o hardware já nasce igual. O Stage 2 pede downpipes e, em uso de pista, atenção redobrada a arrefecimento e intercooler.
O M178 é um V8 robusto de origem esportiva, então o cuidado é de disciplina, não de fragilidade: arrefecimento, temperatura de óleo e a saúde dos dois turbos verificados antes de calibrar. Em motor com manutenção em dia, o V8 recebe o remap com sobra — pressão não sobe em cima de manutenção atrasada.
Câmbio
DCT AMG de 7 marchas (transaxle) aguenta bem o Stage 1 e transmite o torque extra sem drama; o Stage 2 pede olhar na calibração do câmbio.
Gargalo do motor
Motor de folga: atenção a arrefecimento, temperatura de óleo e à saúde dos dois turbos, não a fragilidade estrutural.
Combustível
Ganho maior com gasolina premium; a calibração acompanha o octano disponível.
Potência (cv) e torque (kgfm) por motor, do original ao Stage 3. Cada linha é uma versão do AMG GT.
| Versão / Motor | Original | Stage 1 | Stage 2 | Stage 3 |
|---|---|---|---|---|
| AMG GT43 (X290) | 22cv | 470cv+448 | 480cv+458 | Sob consulta |
| AMG GT (C190) | 462cv | 580cv+118 | 600cv+138 | Sob consulta |
| AMG GT S (C190) | 510cv | 580cv+70 | 600cv+90 | Sob consulta |
| AMG GT R (C190) | 585cv | 680cv+95 | 700cv+115 | Sob consulta |
| AMG GT 63S (C190) | 639cv | 680cv+41 | 700cv+61 | Sob consulta |
Valores estimados — variam conforme condição do veículo, combustível e calibração dedicada.
Simule o seu
Já entramos com o Mercedes AMG GT — escolha o motor e o stage, e peça o orçamento no WhatsApp com o número já preenchido.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Nada de mapa genérico: uma calibração dedicada, criada do zero para o seu motor, em harmonia com o hardware.
Ganho real de potência e torque respeitando os limites do motor e do câmbio — número que o carro aguenta, não só no papel.
Reprogramação e mecânica de quem vive VW, Audi, BMW e Porsche todo dia, em São Bernardo e Campinas.
Depende do motor. No Stage 1, o AMG GT 63S (C190) vai de 639 a 680 cv (+41 cv). Veja o número de cada versão na tabela acima e simule o seu no seletor.
Sim, com a calibração e o hardware certos. Stage 1 é só software, com o carro de série; Stage 2 pede upgrades bolt-on (admissão, escape, intercooler). A Lutum calibra sempre dentro do limite seguro do motor e do câmbio.
A reprogramação é uma modificação. Trabalhamos com transparência e com a possibilidade de retornar ao mapa original quando necessário. Avaliamos o seu caso no atendimento.
São estimativas de engenharia e variam conforme condição do veículo, combustível e calibração dedicada. No atendimento confirmamos o resultado para o seu carro.
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