
Amarok V6 Tdi (2h): de 225 a 340 cv no Stage 1 (+115 cv). Veja o ganho de cada versão abaixo — número real, calibrado por motor.
Sobre o Amarok · Motor 2.0 TDI biturbo · 3.0 V6 TDI (diesel, geração 2H)
A Amarok (geração 2H) roda motores diesel TDI: o 2.0 biturbo, de quatro cilindros, e o 3.0 V6 TDI. Diesel de injeção common-rail responde a remap de um jeito diferente do turbo a gasolina — o ganho principal é torque em baixa e média rotação, exatamente a faixa em que uma picape trabalha carregada, rebocando ou em subida. O V6, em especial, tem folga generosa que o mapa de fábrica segura por padronização e emissões.
Na prática, o Stage 1 diesel transforma a dirigibilidade mais do que o número de pico sugere: a picape sai do ponto morto com menos esforço, a retomada com carga fica mais firme e o motor deixa de 'engasgar' ao pedir tração. Não é sobre girar mais alto — diesel vive embaixo — é sobre ter torque cheio antes, onde a picape realmente é usada. É esse ganho de resposta que mais se sente no dia a dia de trabalho.
O cuidado no diesel é outro conjunto: DPF, válvula EGR e a saúde do turbo (ou dos dois, no biturbo). Subir torque sem olhar essa cadeia sobrecarrega o filtro de partículas e o sistema de recirculação. A Lutum trata o remap da Amarok respeitando essa realidade — diagnóstico do sistema de emissões e do turbo antes de calibrar, porque num diesel de trabalho a durabilidade é parte do serviço, não um detalhe.
Câmbio
Automático de 8 marchas aguenta bem o torque extra do Stage 1; a calibração acompanha o comportamento do câmbio sob carga.
Turbo / DPF
No biturbo, os dois turbos entram na conta; DPF e EGR precisam estar sadios antes de subir torque, para não sobrecarregar o filtro de partículas.
Uso com carga
O ganho de diesel é feito para trabalho: torque em baixa para reboque, carga e subida — não para giro alto.
Potência (cv) e torque (kgfm) por motor, do original ao Stage 3. Cada linha é uma versão do Amarok.
| Versão / Motor | Original | Stage 1 | Stage 2 | Stage 3 |
|---|---|---|---|---|
| Amarok 2.0 Tdi 140cv (2h) | 140cv | 180cv+40 | 190cv+50 | Sob consulta |
| Amarok 2.0 Tdi (2h) | 180cv | 220cv+40 | 230cv+50 | Sob consulta |
| Amarok V6 Tdi (2h) | 225cv | 340cv+115 | 360cv+135 | Sob consulta |
Valores estimados — variam conforme condição do veículo, combustível e calibração dedicada.
Simule o seu
Já entramos com o Volkswagen Amarok — escolha o motor e o stage, e peça o orçamento no WhatsApp com o número já preenchido.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Nada de mapa genérico: uma calibração dedicada, criada do zero para o seu motor, em harmonia com o hardware.
Ganho real de potência e torque respeitando os limites do motor e do câmbio — número que o carro aguenta, não só no papel.
Reprogramação e mecânica de quem vive VW, Audi, BMW e Porsche todo dia, em São Bernardo e Campinas.
Depende do motor. No Stage 1, o Amarok V6 Tdi (2h) vai de 225 a 340 cv (+115 cv). Veja o número de cada versão na tabela acima e simule o seu no seletor.
Sim, com a calibração e o hardware certos. Stage 1 é só software, com o carro de série; Stage 2 pede upgrades bolt-on (admissão, escape, intercooler). A Lutum calibra sempre dentro do limite seguro do motor e do câmbio.
A reprogramação é uma modificação. Trabalhamos com transparência e com a possibilidade de retornar ao mapa original quando necessário. Avaliamos o seu caso no atendimento.
São estimativas de engenharia e variam conforme condição do veículo, combustível e calibração dedicada. No atendimento confirmamos o resultado para o seu carro.
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