
Ganho real de potência — calibrado por motor.
Seletor de potência
Escolha o modelo e o motor exatos do seu Toyota e veja o ganho Original → Stage 1 → Stage 2 → Stage 3, documentado por combinação.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Remap por stages
A Toyota entra no remap por dois caminhos que não poderiam ser mais diferentes. De um lado a Hilux, com o 2.8 turbodiesel 1GD, um motor de trabalho onde o remap é sobre torque em baixa, resposta no pé e capacidade de reboque — não sobre giro alto. Do outro o Supra, que herda da BMW o B58 3.0 seis-cilindros, considerado por muita gente o melhor motor de rua para preparação da última década.
Na Hilux, a lógica é a de qualquer diesel de trabalho: o ganho aparece exatamente onde a picape sofre — arrancada com carga, subida de serra, reboque de reboque. O 1GD tem folga para uma resposta bem mais viva, mas remap diesel exige respeito ao conjunto de pós-tratamento. DPF, EGR e turbo entram na avaliação antes de qualquer mapa, porque sobrecarregá-los troca desempenho por dor de cabeça.
No Supra a conversa vira outra. O B58 é o mesmo bloco que move BMWs de alto desempenho e tem uma reputação de folga altíssima — recebe calibração forte com uma margem que impressiona. O B48 2.0 é o quatro-cilindros de entrada, também da BMW, com ótima resposta a remap. Em ambos, a Lutum calibra como se calibra um motor BMW, porque na prática é isso que está debaixo do capô.

Motores Toyota · 2.8 GD-6 Turbodiesel (1GD) · B58 3.0 e B48 2.0 (Supra)
Hilux. Motor de trabalho: o remap foca torque em baixa, resposta e reboque, não giro. Ponto de atenção obrigatório em diesel — DPF, EGR e turbo entram na avaliação antes do mapa para não sobrecarregar o pós-tratamento.
Supra 3.0. É o seis-cilindros da BMW, um dos motores de maior folga para preparação que existe. Responde forte a calibração já no Stage 1, com margem que sobra. Herda o melhor da escola de remap da BMW.
Supra 2.0. Quatro-cilindros turbo, também de origem BMW. Boa resposta a remap na faixa de uso real; base sólida para ganho de dirigibilidade e torque com software.
Cada motor tem calibração própria. Veja o range de ganho por modelo e escolha o seu no seletor.
Vale pelo torque em baixa, que é onde a picape realmente trabalha — arrancada com carga, subida e reboque. O remap diesel do 1GD foca resposta, não giro alto, e a Lutum respeita DPF, EGR e turbo para não sobrecarregar o pós-tratamento. O número do seu ano está no seletor acima.
É verdade e é uma boa notícia para quem quer remap. O Supra 3.0 usa o B58 seis-cilindros da BMW e o 2.0 usa o B48 — motores com reputação de folga altíssima para calibração. Na prática, calibrar um Supra é calibrar um motor BMW, com toda a base que isso traz.
Porque é um motor projetado com margem de sobra: o mapa de fábrica está longe do limite mecânico do bloco, então há espaço real para calibração forte com segurança. Isso não vira desculpa para exagero — a Lutum parte da folga que existe, com o motor saudável e refrigeração em dia.
O objetivo é o contrário: melhorar o uso de trabalho, dando resposta onde a picape carrega. Justamente por isso avaliamos DPF, EGR e turbo antes — remap diesel feito sem esse cuidado é que castiga o pós-tratamento. Feito certo, você ganha dirigibilidade sem trocar o comportamento por problema.
Responde bem para o que é: um quatro-cilindros turbo de origem BMW, com boa margem para ganho de torque e resposta via software. Não iguala o patamar do B58 seis-cilindros, mas entrega um salto de dirigibilidade consistente no Stage 1. O número do seu está no seletor acima.
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