
Ganho real de potência — calibrado por motor.
Seletor de potência
Escolha o modelo e o motor exatos do seu Ford e veja o ganho Original → Stage 1 → Stage 2 → Stage 3, documentado por combinação.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Remap por stages
A Ford é um dos melhores terrenos para remap no Brasil por causa da família EcoBoost. Esses turbos de injeção direta — o 2.3 do Bronco e do Mustang EcoBoost, o 2.0 da Maverick — saem de fábrica com mapa conservador por emissões e padronização global, e é justamente essa margem que a Lutum converte em torque e resposta com calibração dedicada por motor.
Nada de chip genérico. Cada família tem seu diagnóstico antes do mapa: nos EcoBoost olhamos injeção direta, carbonização e o estado do turbo; no 5.0 V8 Coyote do Mustang GT o ganho de software é mais contido do que num turbo, e a gente diz isso de frente — aspirado grande melhora resposta e afinação, não dobra número. Já nos diesel biturbo 2.0 e 3.0 da Ranger o foco é torque de trabalho, com DPF, EGR e os dois turbos sob avaliação.
O range é amplo: de uma Maverick 2.0 EcoBoost que fica bem mais esperta no dia a dia até uma Ranger 3.0 V6 diesel que ganha em baixa para carga e reboque. O número exato do seu Ford está no seletor de potência acima.

Motores Ford · 2.3 EcoBoost · 5.0 V8 Coyote · 2.0 EcoBoost · 2.0/3.0 diesel biturbo
Bronco, Mustang EcoBoost, Maverick, Fusion. Turbo de injeção direta que responde muito bem a remap; o Stage 1 rende forte já de saída. Atenção a carbonização e ao turbo.
Mustang GT. Aspirado grande: o ganho de software é mais contido que num turbo (dizemos de frente). O remap melhora resposta e afinação com o motor em ordem.
Ranger. Remap diesel é torque e resposta em baixa — carga, reboque e trabalho. Exige olhar em DPF, EGR e nos dois turbos antes de calibrar.
Cada motor tem calibração própria. Veja o range de ganho por modelo e escolha o seu no seletor.
Muito bem — é um dos motivos de a Ford ser terreno tão bom para software. O 2.3 do Bronco e do Mustang EcoBoost e o 2.0 da Maverick têm folga de mapa e rendem forte já no Stage 1, com ganho claro de torque e resposta. O número do seu está no seletor acima.
Menos que um turbo, e a gente fala isso de frente: aspirado grande responde a software melhorando resposta e afinação, não dobrando potência. O ganho existe e refina a entrega do Coyote, mas quem quer salto maior de número normalmente vai por caminhos além do Stage 1.
Ganha onde a picape trabalha: torque em baixa para carga, reboque e subida, com menos troca de marcha. Os diesel biturbo 2.0 e 3.0 respondem bem a um Stage 1 focado em resposta — sempre dentro do que DPF, EGR e os dois turbos suportam. Veja o número do seu no seletor acima.
Na calibração de rua não burlamos o DPF — trabalhamos dentro do que o filtro e o pós-tratamento aguentam. Antes do mapa avaliamos DPF, EGR e os dois turbos, porque diesel com pós-tratamento saturado não é base para mais torque. Manutenção primeiro, mapa depois.
Dá, e o ganho de dirigibilidade é nítido. O 2.0 EcoBoost tem boa folga de software e o Stage 1 firma o torque no meio da faixa, deixando a picape mais esperta no dia a dia — só com o motor saudável e o câmbio avaliado antes.
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