
Ganho real de potência — calibrado por motor.
Seletor de potência
Escolha o modelo e o motor exatos do seu Jeep e veja o ganho Original → Stage 1 → Stage 2 → Stage 3, documentado por combinação.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Remap por stages
O Jeep no Brasil roda em cima de plataformas Stellantis conhecidas, e isso é bom para remap: o 1.3 turbo T270 de Renegade, Compass e Commander é o mesmo bloco que responde bem em toda a linha turbo do grupo. Num SUV de bom peso, o mapa de fábrica sente ainda mais a folga contida — e é aí que a calibração dedicada da Lutum firma o torque em baixa, onde o carro pesa e precisa responder.
Nada de chip universal. É mapa por motor, depois do diagnóstico: no 1.3 T270 flex olhamos a injeção direta e o turbo; no 2.0 Multijet diesel do Compass e Commander o foco vira o conjunto diesel — DPF, EGR e turbo — porque SUV usado para reboque e estrada não pode ter o pós-tratamento saturado antes de subir pressão. E nas versões com o 2.0 Hurricane turbo há folga de software para uma entrega mais firme.
O range vai do SUV urbano ao diesel de reboque: um Renegade 1.3 turbo que fica mais leve para o peso que carrega até um Compass diesel que ganha em baixa para viagem e reboque. O número exato do seu Jeep está no seletor de potência acima.

Motores Jeep · 1.3 turbo T270 flex · 2.0 Multijet diesel · 2.0 Hurricane turbo
Renegade, Compass, Commander. Turbo pequeno flex movendo SUV de bom peso; o Stage 1 firma o torque em baixa e melhora a resposta onde o carro mais precisa.
Compass e Commander diesel. Remap diesel é torque e resposta em baixa — viagem, reboque e estrada. Exige avaliar DPF, EGR e turbo antes de calibrar.
Versões turbo Hurricane. Motor turbo de boa folga; o Stage 1 deixa a entrega mais firme e direta, com o motor saudável e o câmbio avaliado antes.
Cada motor tem calibração própria. Veja o range de ganho por modelo e escolha o seu no seletor.
Ganha, e num SUV de bom peso o efeito é bem perceptível: o Stage 1 firma o torque em baixa e deixa o carro mais leve para o que carrega, sobretudo em retomada e subida. Só com software e o motor em ordem. O número do seu está no seletor acima.
Vale pelo torque em baixa, exatamente onde o SUV pesa em viagem e reboque. O 2.0 Multijet responde bem a um Stage 1 diesel focado em resposta, não em giro alto — e sempre dentro do que DPF, EGR e turbo suportam. Veja o número do seu no seletor acima.
Na calibração de rua trabalhamos dentro do que o pós-tratamento aguenta, sem burlar o sistema. Antes do mapa avaliamos DPF, EGR e turbo, porque um SUV usado para reboque com o filtro saturado não é boa base para mais torque — a manutenção vem primeiro.
Aguenta bem um Stage 1 quando o fluido está em dia, porque o ganho vem em baixa rotação, dentro da faixa de trabalho da caixa. Avaliamos o estado do câmbio antes de subir torque — fluido vencido num SUV pesado que reboca não é base para calibrar.
Dá. O 2.0 Hurricane turbo tem folga de software e o Stage 1 deixa a entrega mais firme e a resposta mais direta. Como em todo motor turbo, checamos o estado do motor e do câmbio antes de subir a pressão — número exato do seu no seletor acima.
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