
Ganho real de potência — calibrado por motor.
Seletor de potência
Escolha o modelo e o motor exatos do seu Chevrolet e veja o ganho Original → Stage 1 → Stage 2 → Stage 3, documentado por combinação.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Remap por stages
A Chevrolet apostou cedo nos turbos pequenos de injeção direta, e é aí que o remap mais aparece: os três-cilindros 1.0 e o 1.2 turbo do Tracker entregam de fábrica um torque contido, com resposta que só chega mais em cima. A calibração da Lutum ataca exatamente esse buraco de baixa — enche a faixa de trabalho do dia a dia sem depender de esticar o motor.
Nada aqui é chip universal. É mapa dedicado por motor, feito depois do diagnóstico do que importa em cada família: no 1.4 Ecotec do Cruze olhamos consumo de óleo e a corrente; no 2.8 Duramax da S10 e Trailblazer o foco vira o conjunto diesel — DPF, EGR e turbo — porque não se sobe pressão de sobrealimentação em sistema com restrição ou manutenção atrasada.
O range vai do útil ao pesado: um Tracker 1.0 que ganha fôlego para ultrapassar sem kickdown até um S10 2.8 que responde em baixa para carga e reboque. O número exato do seu Chevrolet está no seletor de potência acima.

Motores Chevrolet · 1.0/1.2 turbo · 1.4 turbo Ecotec · 2.8 Duramax diesel
Tracker. Turbo pequeno de injeção direta; o Stage 1 preenche a baixa rotação e melhora a resposta em cidade e estrada, sem trocar peças — com o motor saudável.
Cruze. Bom motor de folga para software; o remap firma o torque no meio da faixa. Atenção ao consumo de óleo e à corrente antes de calibrar.
S10, Trailblazer. Remap diesel é sobre torque e resposta em baixa — carga, reboque e subida. Exige olhar em DPF, EGR e turbo para não sobrecarregar o sistema.
Cada motor tem calibração própria. Veja o range de ganho por modelo e escolha o seu no seletor.
Dá, e o ganho de dirigibilidade é o que mais se sente. O Stage 1 preenche o torque de baixa que falta de fábrica, deixando as ultrapassagens mais diretas sem precisar forçar o giro — só com software e o motor em ordem.
O ganho é de torque em baixa, exatamente onde a picape trabalha: carga, reboque e subida ficam mais fáceis e com menos troca de marcha. Focamos resposta, não giro alto, e respeitamos DPF, EGR e turbo. O número do seu está no seletor acima.
Não removemos nem burlamos o DPF na calibração de rua — trabalhamos dentro do que o filtro e o pós-tratamento suportam. Antes de qualquer mapa avaliamos o estado de DPF, EGR e turbo, porque diesel com pós-tratamento saturado não é boa base para mais torque.
Aguenta bem quando está saudável. O Ecotec tem dois pontos de atenção conhecidos — consumo de óleo e a corrente — e é isso que a Lutum checa primeiro. Motor em dia recebe o mapa; motor com manutenção atrasada resolve a manutenção antes.
O automático da S10 lida bem com um Stage 1 diesel quando o fluido está em dia, porque o ganho vem em baixa rotação, dentro da faixa de trabalho da caixa. Avaliamos o estado do câmbio antes de subir torque — fluido vencido não é base para reboque pesado.
Fale agora com a Lutum e receba um orçamento de stage pré-preenchido.