
Ganho real de potência — calibrado por motor.
Seletor de potência
Escolha o modelo e o motor exatos do seu Mini e veja o ganho Original → Stage 1 → Stage 2 → Stage 3, documentado por combinação.
Valores e curva estimados — a curva é uma projeção de perfil turbo (não medição de dinamômetro) e varia conforme veículo, combustível e calibração dedicada.
Remap por stages
MINI e BMW dividem a mesma engenharia modular — o três-cilindros B38 e o quatro-cilindros B48 são os mesmos motores dos 118i e 320i, montados num carro menor e mais leve. Isso quer dizer duas coisas: a mesma folga alta de fábrica que faz a linha B ser um presente de tuner, e um chassi que faz cada cavalo extra ser sentido de imediato. A Lutum calibra o MINI como o hot hatch que ele é.
Aqui, calibração dedicada por motor herda o playbook da BMW: o mapa de fábrica é conservador para separar Cooper, Cooper S e JCW — não por limite mecânico — e o Stage 1 libera esse degrau só com software. Como o MINI é dianteiro, com mais torque a tração ganha protagonismo; parte do nosso trabalho é entregar o ganho de forma utilizável, sem transformar a direção num cabo de guerra (torque steer). Motor e câmbio saudáveis primeiro.
O range vai de um Cooper 1.5 B38 que ganha fôlego e vira um carro urbano muito mais alegre, a um JCW B48 — o topo da linha — que já nasce afiado e responde ainda mais forte só com software. O número exato do seu MINI está no seletor de potência acima.

Motores Mini · B38 1.5 3-cil · B48 2.0 turbo (Cooper S/JCW) — base BMW
Cooper S e John Cooper Works — o mesmo B48 do 320i, num carro bem mais leve. Folga alta e resposta forte no Stage 1; o JCW é o topo da linha e o que mais rende. Atenção à tração dianteira ao entregar o torque extra.
Cooper (não-S). O três-cilindros turbo compartilhado com a BMW e o MINI; o Stage 1 preenche a baixa rotação e transforma a dirigibilidade urbana, deixando o carro bem mais vivo — sem trocar peça, com o motor em ordem.
Cada motor tem calibração própria. Veja o range de ganho por modelo e escolha o seu no seletor.
É. O Cooper usa o B38 1.5 três-cilindros e o Cooper S/JCW usam o B48 2.0, exatamente a mesma base modular do 118i e do 320i. Herdam a folga alta de fábrica da linha B — por isso respondem tão bem ao Stage 1 só com software. O número do seu está no seletor de potência acima.
Os dois usam o B48 2.0, mas o JCW parte de uma base de fábrica mais alta (é o topo da linha) e aceita mais no Stage 1. O Cooper S responde muito bem também; a diferença é o teto. Os números de cada um estão no seletor de potência acima.
É o ponto que cuidamos, porque o MINI é de tração dianteira. Com mais torque, um dianteiro pode sofrer torque steer se o ganho for entregue de forma bruta. Na Lutum a calibração é feita para dar o torque de forma utilizável e progressiva, mantendo a direção previsível — dirigibilidade, não só número.
Vale, e o ganho é bem sentido pelo peso baixo do carro. O B38 três-cilindros responde ao Stage 1 com mais torque em baixa e resposta imediata, acabando com o lag urbano e deixando o Cooper muito mais alegre no dia a dia — só com software, com o motor saudável.
Aguenta um Stage 1 quando está saudável e com óleo em dia, seja o automático Aisin ou o manual. Como sempre, avaliamos a transmissão antes: câmbio com fluido vencido ou embreagem gasta não é boa base para mais torque.
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